O poder da escolha, como Felipe drugovich e Lewis Hamilton mudaram a sua perspectiva dentro de suas equipes.
Os pilotos de Fórmula 1 são a elite do esporte no mundo. É notório que as equipes de Fórmula 1 estão na vanguarda de toda a tecnologia da evolução automotiva, o que é extrapolado na Fórmula E, dado que os carros já são elétricos desde a sua primeira corrida em 2014. Ao analisarmos a trajetória desses dois pilotos — uma lenda com sete campeonatos e um piloto brasileiro que ganhou quase tudo o que participou antes de entrar na Fórmula E —, podemos ver que, às vezes, uma escolha pode mudar toda a trajetória da sua vida. É aí que entra a inteligência corporativa: o poder de escolher com base no seu conhecimento, no seu potencial e também no que você quer realmente para a sua vida.
Lewis Hamilton resolveu abandonar a Mercedes (que hoje é notoriamente, em 2026, o melhor carro da Fórmula 1) por uma mudança de paradigma, indo para a Ferrari. Durante um ano ele sofreu para se adaptar ao carro e à equipe, mas, mudando todo o conceito, ele conseguiu convencer a escuderia de que, se mudassem, ele entregaria resultados. E isso nós estamos vendo, né? Nas 14 corridas de 2026, mesmo com o domínio avassalador da Mercedes, Lewis Hamilton é o piloto que hoje se destaca, mostrando que realmente fez a escolha correta. Ele é o melhor piloto da Fórmula 1 em atividade, pois consegue disputar quase de igual para igual, mesmo não tendo um carro tão bom quanto as Mercedes.
No outro extremo, nós temos o Felipe Drugovich, mostrando que a escolha de ter saído da Fórmula 1 — onde ele era piloto reserva — e ido para a Fórmula E — onde ele é o piloto principal — foi uma decisão acertada. O piloto brasileiro pontuou em todas as corridas desde a etapa de Berlim, culminando na segunda corrida de Pequim, onde conseguiu a pole position, um fato muito raro para um piloto iniciante.
Esse é o poder da escolha: ter conhecimento do seu potencial, de onde você está, de como melhorar e de como otimizar. É claro que não estamos fazendo uma comparação direta de uma empresa, de uma indústria ou de uma ligação corporativa com pilotos de alta performance de fórmulas; isso é só uma analogia para deixar bem claro que uma escolha feita com base no conhecimento, e também bem estruturada, pode trazer muitos benefícios para a sua organização. Inteligência corporativa é exatamente isso: é analisar todos os fatos, mas entender as suas forças e direcionar-se para o lugar certo, colocando força e atividade no local onde você vai ter o maior retorno.
Valdemir Costa
@destacar SecomVc #inteligencia #negocio #brasil #IA
Os pilotos de Fórmula 1 são a elite do esporte no mundo. É notório que as equipes de Fórmula 1 estão na vanguarda de toda a tecnologia da evolução automotiva, o que é extrapolado na Fórmula E, dado que os carros já são elétricos desde a sua primeira corrida em 2014. Ao analisarmos a trajetória desses dois pilotos — uma lenda com sete campeonatos e um piloto brasileiro que ganhou quase tudo o que participou antes de entrar na Fórmula E —, podemos ver que, às vezes, uma escolha pode mudar toda a trajetória da sua vida. É aí que entra a inteligência corporativa: o poder de escolher com base no seu conhecimento, no seu potencial e também no que você quer realmente para a sua vida.
Lewis Hamilton resolveu abandonar a Mercedes (que hoje é notoriamente, em 2026, o melhor carro da Fórmula 1) por uma mudança de paradigma, indo para a Ferrari. Durante um ano ele sofreu para se adaptar ao carro e à equipe, mas, mudando todo o conceito, ele conseguiu convencer a escuderia de que, se mudassem, ele entregaria resultados. E isso nós estamos vendo, né? Nas 14 corridas de 2026, mesmo com o domínio avassalador da Mercedes, Lewis Hamilton é o piloto que hoje se destaca, mostrando que realmente fez a escolha correta. Ele é o melhor piloto da Fórmula 1 em atividade, pois consegue disputar quase de igual para igual, mesmo não tendo um carro tão bom quanto as Mercedes.
No outro extremo, nós temos o Felipe Drugovich, mostrando que a escolha de ter saído da Fórmula 1 — onde ele era piloto reserva — e ido para a Fórmula E — onde ele é o piloto principal — foi uma decisão acertada. O piloto brasileiro pontuou em todas as corridas desde a etapa de Berlim, culminando na segunda corrida de Pequim, onde conseguiu a pole position, um fato muito raro para um piloto iniciante.
Esse é o poder da escolha: ter conhecimento do seu potencial, de onde você está, de como melhorar e de como otimizar. É claro que não estamos fazendo uma comparação direta de uma empresa, de uma indústria ou de uma ligação corporativa com pilotos de alta performance de fórmulas; isso é só uma analogia para deixar bem claro que uma escolha feita com base no conhecimento, e também bem estruturada, pode trazer muitos benefícios para a sua organização. Inteligência corporativa é exatamente isso: é analisar todos os fatos, mas entender as suas forças e direcionar-se para o lugar certo, colocando força e atividade no local onde você vai ter o maior retorno.
Valdemir Costa
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